Arquivo mensal novembro 2019

porCIPERJ

Metade da dieta dos bebês não é natural

fonte: Estadão

O consumo de alimentos ultraprocessados é cada vez mais precoce no Brasil. Crianças com menos de 2 anos chegam a ter praticamente a metade da sua alimentação diária composta por produtos industrializados. São farináceos, bebidas lácteas, refrigerantes, biscoitos. Por isso, o Ministério da Saúde lançou uma campanha de prevenção da obesidade infantil.

O objetivo é alertar e orientar as famílias sobre a importância da formação de hábitos saudáveis na infância. Foi lançada também uma nova versão do guia alimentar para bebês. A alimentação com altas quantidades de sal, gordura e açúcar desde a primeira infância tem impacto direto nos índices de obesidade dos pequenos e também da população em geral.

Dados do governo mostram que 15,9% das crianças com menos de 5 anos já apresentam excesso de peso. Nos últimos 13 anos, o porcentual de obesos no País passou de 11,8% para 19,8%. Foi um aumento de 67,8%, um dos maiores índices de crescimento no mundo.

Já está bem estabelecido cientificamente que o excesso de peso pode causar doenças crônicas como diabete, hipertensão e colesterol alto. Também é fator decisivo para o desenvolvimento de problemas cardíacos e câncer. “O cenário de obesidade infantil é muito preocupante, com índices cada vez mais altos de diabete e hipertensão”, afirmou o nutricionista Cristiano Boccolini, da Fiocruz. “Cada vez mais as crianças estão recebendo produtos ultraprocessados em vez de comida de verdade. Temos de desembalar menos e descascar mais.”

A má alimentação desde a primeira infância tem causas múltiplas, como indicam especialistas. Um dos maiores problemas está relacionado ao aleitamento materno. O recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é que bebês de até 6 meses se alimentem exclusivamente do leite materno.

Dados do governo brasileiro mostram, no entanto, que duas em cada três crianças com menos de 6 meses já recebem algum outro tipo de leite, em geral acrescido de alguma farinha e açúcar. E apenas um terço continua recebendo leite materno até os 2 anos. Nesta faixa etária, 49% já se alimentam também de sucos adoçados, refrigerantes e biscoitos. O preconizado é zero açúcar até essa idade.

“A amamentação previne a obesidade na idade adulta, as crianças amamentadas têm menos chances de se tornarem adultos obesos”, afirmou Boccolini. “Mas, além disso, a complementação alimentar dos bebês deve ser feita com comida de verdade – arroz, feijão, carne, legumes e verduras.”

Alguns obstáculos são a pouca disponibilidade das mães que precisam trabalhar e o alto preço dos alimentos mais saudáveis. “O paladar das crianças na hora de descobrir o açúcar é muito aguçado”, disse o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que lançou a campanha no Rio. “É preciso evitar alimentos que não agregam valor nutricional, mas agregam peso. E criança tem de andar descalça, correr, pedalar. Se essas atividades forem substituídas por horas de tela, vamos pagar um preço muito alto.”

“O leite materno tem menos proteína que o leite de vaca, mas é uma proteína de qualidade superior. Quando tira a o leite materno, a criança recebe um excesso de proteína que já favorece o ganho de peso”, afirmou o nutricionista Marcio Atalla, embaixador da campanha do ministério. “Além disso, tem muita criança com menos de 2 anos tomando refrigerante, comendo biscoito; um excesso de caloria que ela não gasta nessa idade e vai reverter no sobrepeso.”

Controle

Os pais tentam equilibrar a alimentação dos filhos, mas enfrentam dificuldades. Chocolate soa como palavra mágica para Bryan, de 4 anos. “Ele adora, come qualquer um”, conta o pai, o vistoriador Pedro Reis, de 22 anos, morador da Tijuca, na zona norte do Rio. “Se deixar, come todo dia, mas eu e a mãe não permitimos. É uma vez por semana mais ou menos”, conta o pai.

Já Rafael, de 1 ano, ainda nem sabe o que é o sabor doce. “Só dou pra ele comida sem sal nem açúcar”, conta a mãe do bebê, a nutricionista Mayra Reis, de 34 anos. “Sei que não vai dar pra manter essa regra para sempre, mas meu objetivo é que, até os 2 anos, ele não coma nada industrializado. No começo deu certo, mas agora ele vê os primos comendo (lanche do) McDonald’s e também quer”, diz. “Eu não deixo. O máximo que ele come não feito em casa é biscoito de polvilho e algum pão.”

A nutricionista convenceu o marido a manter o filho na dieta, mas a falta de sal e açúcar motivou protestos da sogra, “Ela reclamou, disse que a comida ficaria sem sabor nenhum. Mas eu expliquei que assim é que o Rafael sentiria o verdadeiro gosto dos alimentos.”

porCIPERJ

OMS vai certificar versões genéricas de insulina para reduzir preço

fonte: Estadão

A fim de reduzir o preço de insulina em todo o mundo e aumentar o número de pessoas em tratamento contra diabete, a Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou, na última quarta-feira, um programa piloto de avaliação de insulina humana produzida por diversos fabricantes. A ideia é fazer o que a OMS chama de pré-qualificação – testar e aprovar novas versões genéricas da droga de modo a encorajar as farmacêuticas a entrarem nesse mercado. Hoje, apenas três empresas controlam a maior parte do mercado global. Aumentando a competição, a expectativa é que os preços caiam.

A pré-qualificação também vai permitir que agências da ONU e organizações médicas não-governamentais, como Médicos sem Fronteiras, comprem as versões genéricas. A medida, anunciada um dia antes do Dia Mundial do Diabete (celebrado na quinta, 14), é parte de uma série de ações da organização para lidar com o número crescente de casos da doença em todo o mundo, principalmente nos países em desenvolvimento.

Segundo a OMS, estima-se que haja cerca de 420 milhões de pessoas com diabete em todo o mundo – o número quadruplicou desde 1980. Cerca de 20 milhões de pessoas sofrem com diabete tipo 1 e precisam de injeções de insulina para sobreviver. Entre os pacientes com o tipo 2, estima-se que cerca de 65 milhões precisam de insulina, mas apenas metade tem condições de acessar a droga, em parte por causa dos altos preços.

A doença é a sétima principal causa de morte e uma das principais causas de complicações de alto custo e debilitantes, como ataques cardíacos, derrame, insuficiência renal, cegueira e amputações de membros inferiores. “O simples fato é que a prevalência de diabete está crescendo, a quantidade de insulina disponível para tratar o diabete é muito baixa, os preços são muito altos, por isso precisamos fazer alguma coisa”, disse Emer Cooke, diretora de Regulamentação de Medicamentos e outras Tecnologias de Saúde da OMS durante o lançamento da iniciativa.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou que são “catastróficos” os impactos dos custos da insulina. “O diabete prejudica a saúde e mina as aspirações educacionais e de emprego para muitos, afetando as comunidades e levando as famílias a dificuldades econômicas”, disse Guterres, reforçando que isso ocorre particularmente em países de baixa e média renda.

Dados coletados pela OMS entre 2016 e 2019 em 24 países de quatro continentes mostraram que a insulina humana estava disponível apenas em 61% das unidades de saúde e versões análogas em 13%. De acordo com o levantamento, o suprimento de um mês de insulina custaria para um trabalhador em Acra, Gana, o equivalente a 5,5 dias de seu salário mensal – ou 22% de seus ganhos. Mesmo nos países ricos, revelou o estudo, há pessoas que precisam racionar suas doses de insulina, comprometendo o tratamento, o que pode ser fatal.

A expectativa é que a pré-qualificação possa aumentar a oferta, permitindo que a droga esteja disponível de modo constante para esses pacientes. Entre outras ações para melhorar o enfrentamento ao diabete no mundo, a OMS tem planos para atualizar as diretrizes de tratamento do diabete, elaborar estratégias de redução de preços para análogos e melhorar os sistemas de entrega e o acesso ao diagnóstico. A organização trabalha com países para também promover dietas saudáveis e atividade física para reduzir o risco das pessoas de desenvolver o diabete tipo 2.

Experiência com HIV

O sistema de pré-qualificação já foi usado pela OMS no passado para drogas usadas no tratamento da tuberculose, da malária e do HIV. De acordo com a diretora da organização, isso foi o que possibilitou que 80% dos pacientes com HIV hoje usem produtos genéricos. “Quando os anti-retrovirais foram produzidos, o custo por paciente por ano era de US$ 10.000”, afirmou Emer. “Quando abrimos a pré-qualificação para produtos genéricos contra o HIV, o preço caiu para US$ 300 por ano.”

porCIPERJ

Como a medicina evoluiu das cirurgias sem anestesia ao uso de antissépticos

fonte: Folha de SP

Nos antigos cemitérios ingleses estão enterradas testemunhas silenciosas das desumanas cirurgias realizadas no século 19. Eram os tempos terríveis das dolorosas amputações de pernas e braços realizadas sem anestesia por hábeis e rapidíssimos cirurgiões, com mãos e roupas de passeio sujas.

Nos hospitais com leitos fétidos e contaminados, muitos pacientes morriam poucos dias depois da operação por infecção generalizada. Os familiares dos raros sobreviventes, quando eles voltavam para casa, diziam com justa razão: “graças a Deus”.

Esse período é retratado pela historiadora Lindsay Fitzharris em seu livro “Medicina dos Horrores ““ A história de Joseph Lister, o homem que revolucionou o apavorante mundo das cirurgias do século 19”.

A autora descreve as operações realizadas por cirurgiões sem proteção contra contaminações, sem os mínimos cuidados de higiene e na presença de um público de aprendizes e curiosos.

O período vitoriano, de significativo avanço do poderio militar e econômico inglês — época do reinado da rainha Vitória, de 1837 a 1901 — marca também importante mudança na medicina e na atenção aos doentes e no tratamento de enfermidades.

Ela começou quando o médico britânico Joseph Lister (1827-1912) passou a recomendar, após obter sucesso com seus pacientes, que os médicos lavassem as mãos antes de examinar os doentes e de realizar intervenções operatórias sob a caridosa anestesia com éter ou clorofórmio, iniciada naqueles anos.

Fitzharris, especializada em história da ciência e medicina, mostra em seu livro a evolução das observações e estudos de Lister para afastar a teoria da geração espontânea das doenças e sua transmissão por “miasmas”.

Quando Lister chega ao University London College, levou consigo o microscópio de seu pai, um estudioso da óptica. O aparelho, considerado supérfluo na época para a prática médica, serviu ao longo dos anos para seus estudos.

Um dia, o jovem estudante observou no sangue de um tumor retirado em uma operação “células bem delineadas”.

Lister também observou que muitas fraturas simples, sem a ruptura da pele, cicatrizavam sem problemas. Concluiu que “alguma coisa” penetrava no ferimento, de fora para dentro. Foi a origem do “método de oclusão” (ou do curativo), que procurava afastar o ar contaminado circulante ao redor de um ferimento.

Lister, com base nos estudos de Louis Pasteur sobre organismos vivos no processo da fermentação de vinhos, concluiu que não era o ar em si, mas o seu componente microbiano a causa das infecções hospitalares.

Por isso, decidiu experimentar antissépticos profilaticamente nas fraturas expostas. Esses acidentes apresentavam alto índice de infecção, evoluindo em seguida para a septicemia e a morte.

Ele então passou a lavar e limpar as feridas abertas das fraturas com ácido carbólico (fenol), por vários dias e repetidamente por horas.

Com o ótimo resultado obtido pelo seu método, a mortalidade pós-operatória caiu de 50% para 15% entre 1865 e 1869. Em 1910, o nível de mortalidade caiu para 3% devido ao uso do fenol como antisséptico em cirurgia.

A revista médica The Lancet, editada até os dias de hoje no Reino Unido, publicou há 152 anos, no dia 16 de março de 1867, o trabalho pioneiro de Lister: “Um novo método para tratamento de fraturas expostas, abscessos, etc. com observações sobre as condições de supuração”.

Médicos europeus e norte-americanos não aceitaram a teoria microbiana da contaminação no século 19. Não só não aceitaram como contraindicaram as recomendações de Lister para os tratamentos de ferimentos e abscessos.

Três anos após introduzir seu método, ele foi chamado para atender a rainha Vitória, da Inglaterra, que apresentava um grave abscesso na axila, com 15 cm de comprimento, de alto risco para uma época em que o tratamento de uma infecção era cirúrgico.

Após a paciente ser anestesiada com clorofórmio, Lister fez a incisão no abscesso, lavou e limpou a área, usando o ácido carbólico. Colocou um dreno e fez o curativo.

Foi um sucesso. Mas, se piorasse, poderia ter evoluído para a fatal septicemia, frequente naquela época.

A maior parte da classe médica do século 19 recusou as conclusões de Joseph Lister. Consideraram suas propostas charlatanice, mas o tratamento bem-sucedido da rainha reforçou a confiança no método de Lister e ajudou a divulgá-lo.

A antissepsia sugerida por Lister demorou ainda alguns anos para ser totalmente aceita. E sua adoção marcou a aceitação da teoria microbiana pela comunidade médica, assinalando o momento em que a medicina e a ciência se fundiram, como destaca Fitzharris no final do livro.

Medicina dos Horrores
Autora: Lindsay Fitzharris; editora Intrínseca; tradução de Vera Ribeiro; 320 págs; R$ 59,90 (ebook R$ 39,90)

porCIPERJ

CREMERJ entra com ações em defesa do Ato Médico

fonte: CREMERJ

O CREMERJ promove ações judiciais contra profissionais “não-médicos” que estão realizando procedimentos exclusivos da classe médica. Não podemos ficar de braços cruzados, enquanto a população é enganada por maus profissionais, sejam eles quem forem, que fazem intervenções médicas, sem ter o devido estudo e preparo para tal. Pergunte a qualquer ser humano se ele gostaria que um “não-advogado” o defendesse num causa judicial, ou se entregaria a construção de sua casa nas mãos de um “não-engenheiro”. Assim é com os profissionais que estudam anos a fio para serem chamados de “médicos”. Aliás, nunca deixam de estudar, pois a Medicina com “M” evolui a cada dia. Os médicos são aqueles que o povo recorre quando de uma doença ou mal do corpo. Eles e, somente eles, são os profissionais que podem realizar procedimentos médicos!

“Somos, frontalmente, radicalmente contra procedimentos médicos tentados tornarem-se legais por ‘não-médicos’, frisou o Conselheiro Luís Guilherme”.

porCIPERJ

Os dados da OCDE que põem o Brasil entre últimos em ranking de gastos em saúde

fonte: BBC Brasil

Os gastos per capita na área de saúde no Brasil estão entre os mais baixos entre 44 países desenvolvidos e emergentes, incluídos em um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) publicado nesta quinta-feira.

O Brasil gastou com saúde no ano passado US$ 1.282 (cerca de R$ 5,2 mil) per capita, montante que reúne recursos públicos e privados. O valor em dólar é ajustado em função da paridade do poder de compra nos países. O valor coloca o Brasil em 37º lugar na lista da OCDE, que inclui 6 países além dos 38 membros da organização.

Nos Estados Unidos, o total de gastos com saúde por habitante ultrapassou US$ 10 mil no ano passado. É o maior montante entre os países analisados no “Panorama da Saúde” da OCDE e a maior parte desse valor se refere a despesas públicas.

Nos 38 países da OCDE, organização à qual o Brasil solicitou ingresso, a média de gastos com saúde por habitante foi de quase US$ 4 mil em 2018, sendo que 76% desse valor são gastos públicos. A Índia é o país que gasta menos, com apenas US$ 209 por habitante.

No Brasil, as despesas per capita com saúde representam cerca de 30% da média da OCDE. Do total de US$ 1.282 mil, menos da metade (US$ 551) são gastos do governo brasileiro. O restante se refere a despesas privadas como seguros de saúde ou pagamento direto de consultas e exames.

Em relação ao PIB

Os gastos com saúde no Brasil representaram 9,2% do PIB em 2018, segundo o estudo. Nesse quesito, o país está em 14º lugar ao lado da Austrália e à frente de economias como Itália, Espanha, Coreia do Sul e até Finlândia. Entre os 38 países da OCDE, a média é de 8,8% do PIB.

Mas diferentemente desses países, onde a maior parte dos gastos são governamentais, no Brasil as despesas públicas na área totalizam 4% do PIB, enquanto as privadas somam 5,2% da soma de todos os bens e serviços produtos no país.

Na França, por exemplo, os gastos do governo com saúde atingem 9,3% do PIB e, nos Estados Unidos, 14,3% do PIB, de acordo com o documento.

O Panorama da Saúde 2019 da OCDE também revela que a expectativa de vida no Brasil, de 75,7 anos, é uma das mais baixas do estudo. O Brasil está à frente de países como Lituânia, México, Letônia, Colômbia, Rússia, Índia e África do Sul, onde a expectativa de vida é de apenas 63,4 anos. Já os japoneses, os primeiros da lista, vivem, em média, 84,2 anos. Na Suíça, segunda colocada, ela é de 83,6 anos.

Houve, no entanto, uma melhora considerável no nível de expectativa de vida no Brasil nas últimas décadas: ela passou de 59,2 anos em 1970 para 75,7 anos em 2017, último dado disponível no estudo. No caso das mulheres brasileiras, a esperança de vida (79,3 anos) é sete anos maior do que a dos homens.

Entre os países da OCDE, a Turquia, Coreia do Sul e Chile tiveram os aumentos mais expressivos em relação à expectativa de vida: 24, 20 e 18 anos, respectivamente, desde 1970. Na Turquia, ela é atualmente de 78,1 anos.

Na avaliação da organização, sistemas de saúde mais eficientes contribuíram para o aumento da longevidade nessas últimas décadas em vários países, oferecendo cuidados médicos mais acessíveis e de melhor qualidade. Outros fatores influenciam a saúde também, ressalta o estudo, como aumento de renda, melhor nível de educação e hábitos mais saudáveis, incluindo a alimentação.

Embora aumente, a longevidade está, no entanto, avançando menos rapidamente nos países da OCDE, onde, em média, a expectativa de vida é de 81 anos.

Segundo a OCDE, as causas são “múltiplas”: o aumento da obesidade e da diabetes, por exemplo, que dificulta manter o progresso obtido nas últimas décadas com a redução do número de mortes por doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais.

O tabagismo e o consumo “nocivo” de álcool, como também a obesidade, são causas de várias doenças crônicas que provocam mortes prematuras e diminuem a qualidade de vida, afirma a OCDE.

Doenças cardíacas

As doenças circulatórias – principalmente crises cardíacas e os acidentes vasculares cerebrais (AVC) – são a principal causa de mortalidade nos países da OCDE, provocando cerca de uma morte a cada três.

O número de mortes por ataques cardíacos no Brasil, de 93 para cada 100 mil habitantes coloca o país na média dos 40 países analisados no estudo. O Brasil registra menos mortes por esse fator do que na média das economias da OCDE, que é de 115 para cada 100 mil habitantes.

Desde 2000, houve uma queda de 14% no número de mortes por doenças cardíacas no Brasil. Naquela época, o índice era de quase 109 por 100 mil habitantes. Nos países da OCDE, a queda foi de 42% no período.

A organização atribui a diminuição das mortes por doenças circulatórias, sobretudo ataques cardíacos e AVCs, em vários países à redução de fatores de risco, como o tabagismo, e melhoras nas taxas de sobrevivência por conta da melhora do atendimento médico.

Mas o envelhecimento da população, o aumento da obesidade e de diabetes podem dificultar a continuidade da queda da mortalidade nesses casos, afirma o estudo.

É por esse motivo que o aumento da expectativa de vida está desacelerando em alguns países, como os Estados Unidos.

O Japão é onde há o menor número de mortes por causa cardíaca: 31 por 100 mil habitantes. Já a Lituânia, última da lista, tem 383 casos para cada 100 mil pessoas.

Em relação aos AVCs, o Brasil tem uma das piores taxas do estudo, de 88,8 mortes por 100 mil habitantes em 2017. Isso apesar da diminuição em 28% nesses casos de óbito.

Na Rússia, há 234,4 mortes por acidente vascular cerebral por 100 mil habitantes, o pior resultado do estudo, apesar da queda de 46% no número de casos no país desde 2000.

As taxas de incidência e mortalidade por câncer no Brasil, respectivamente de 217 e 161 por 100 mil habitantes é uma das mais baixas do estudo. A Índia é o país com menos casos de incidência de câncer: 89/100 mil habitantes e o México é o país com a menor taxa de mortalidade, de 120 para cada 100 mil.

Diagnósticos mais precoces e tratamentos mais eficazes têm aumentado significativamente as taxas de sobrevivência em casos de câncer. Isso explica por que a Austrália e a Nova Zelândia, por exemplo, têm taxas mais baixas de mortalidade, embora tenham os mais altos números de incidência da doença.

Mortalidade infantil

O estudo divulgado nesta quinta-feira também aponta que a taxa de mortalidade infantil no Brasil, de 13,2 para cada mil nascimentos, é uma das piores do Panorama da Saúde 2019 da OCDE. No Japão, o índice é de 1,7 para cada mil.

O Brasil tem ainda um dos piores desempenhos em relação ao nascimento de bebês com baixo peso. É o caso de 8,5% das crianças que nascem no país. Esse número cresceu 4% desde 2000.

“Condições inadequadas de vida, extrema pobreza e fatores socioeconômicos afetam a saúde das mães e dos recém-nascidos”, diz a OCDE.

Os brasileiros também estão entre os que menos consultam médicos: menos de três consultas por ano. Já os coreanos ultrapassam 16.

porCIPERJ

Concurso da Fundação Oswaldo Cruz conta com 1 vaga para Cirurgia Pediátrica

A Fundação Oswaldo Cruz está, até o dia 30 de novembro, com inscrições abertas para concurso público que conta com uma vaga para cirurgião pediátrico. A oportunidade é para atuação no Instituto Fernandes Figueira (IFF), no Flamengo, e a carga horário é de 20h ou 24h semanais, em regime de plantão.

CONFIRA O EDITAL

ANEXO 1

porCIPERJ

Nota técnica da CIPE: hérnia umbilical

fonte: CIPE

São Paulo, 10 de novembro de 2019.

Recentemente, uma cirurgiã pediátrica atuante no Estado de São Paulo foi frontalmente acusada de má conduta profissional após examinar um bebê portador de hérnia umbilical, confirmar o diagnóstico e determinar que a conduta correta seria clínica e não cirúrgica, como previamente outros médicos, não especialistas, tinham sugerido.

Tal acusação foi feita de forma açodada através de uma página de jornalismo em mídia de Facebook e YouTube, com acusações públicas à colega, incluindo seu nome, horário de trabalho e número de CRM-SP e contendo várias postagens agressivas e xingamentos frontais nos comentários à notícia veiculada.

Evidentemente, não podemos tecer comentários a respeito de um caso clínico específico que não examinamos, mas gostaríamos de nos posicionar quanto a dois problemas específicos.

O primeiro diz respeito ao diagnóstico e tratamento das hérnias umbilicais em crianças.

A maioria absoluta dos bebês apresenta hérnias umbilicais que, nesta idade, são um fenômeno de maturação secundário à queda do cordão umbilical e redução progressiva do espaço que este ocupava, num fenômeno fisiológico. Uma proporção próxima a 90% das hérnias umbilicais pediátricas fecha espontaneamente até os 6 anos de idade, de forma que cirurgia para estes casos só está indicada após os 3-6 anos de vida (variando entre os vários autores) ou em presença de complicações agudas, que são extremamente incomuns. O diagnóstico das hérnias umbilicais, inclusive das suas complicações, é CLÍNICO e NÃO necessita obrigatoriamente de exames complementares. Ao examinar o paciente, o médico, em especial aquele que é especialista em Cirurgia Pediátrica, é capaz de perceber a presença da hernia, aferir a medida do orifício herniário, assim como verificar a presença de complicações (estrangulamentos e encarceramentos).

Repetimos: EXAMES COMPLEMENTARES NÃO SÃO NORMALMENTE NECESSÁRIOS PARA O DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DAS HÉRNIAS UMBILICAIS DAS CRIANÇAS, ASSIM COMO NÃO HÁ INDICAÇÃO DE CIRURGIAS DE URGÊNCIA NA AUSÊNCIA DE COMPLICAÇÕES OU CIRURGIAS ELETIVAS ANTES DOS 3 ANOS DE IDADE.

Nosso segundo ponto de destaque, mais delicado, é sobre respeito: NÃO aceitamos que a integridade profissional de um de nossos colegas especialistas seja vilipendiada publicamente de forma leviana.

Compreendemos a angústia dos pais de crianças sob suspeita de problemas cirúrgicos, em especial se estão erradamente informados sobre os riscos e problemas dos filhos e se estão assustados pelas enormes, frequentes, inúmeras e lamentáveis dificuldades para o atendimento na rede do SUS.

Compreendemos a ansiedade de jornalistas em cumprir sua função de noticiar e denunciar problemas, sua comoção frente a questões de risco de saúde de pessoas em um momento de fragilidade, e sua ignorância a respeito de questões técnicas.

Compreendemos as dificuldades que ora enfrentamos no sistema público de saúde para o atendimento e resolução de problemas.

Compreendemos até mesmo a insegurança de colegas não especialistas que, eventualmente, optam por intervenções agressivas que lhes parecem mais seguras e eventualmente apontam riscos desproporcionais, necessidade de pareceres de especialistas e de intervenções em busca de minimizar riscos – inclusive riscos legais para o profissional – e não perder oportunidades de tratamento para os pacientes.

Mas não podemos compreender agressões injustas e calúnias públicas e irresponsáveis.

Ao bom jornalismo cabe pesquisa, ao bom jornalismo cabe simetria entre os dois lados de qualquer questão impactante ou conflituosa. Ao bom jornalismo, nesta situação, caberia a consulta a um especialista neutro com relação ao caso específico e/ou à própria colega acusada de inépcia.

Precisamos fazer ver à sociedade que precisamos, dentre outras coisas, de respeito e paz para trabalhar corretamente. E que a sociedade precisa do nosso trabalho. Médicos não são inimigos da população, advogam pela população, estão do mesmo lado da trincheira.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIRURGIA PEDIÁTRICA

porCIPERJ

ARTIGO: Diagnóstico e prescrição por enfermeiros no SUS exigem mais capacitação

fonte: Folha de SP

por Cláudia Collucci, repórter especializada em Saúde

É bem-vinda a iniciativa do Ministério da Saúde de adotar protocolos de enfermagem no SUS, permitindo que esses profissionais assumam funções mais clínicas na atenção primária, como consultas e prescrição de remédios, mas é fundamental que eles estejam bem capacitados para assumir essas novas funções.

E isso deve começar já nos bancos das faculdades. Em Florianópolis (SC), capital pioneira na implantação dos protocolos, os estudantes de enfermagem têm aulas práticas nos postos de saúde desde o primeiro ano da graduação.

Depois, quando formados, são encorajados a fazer residência em saúde de família e comunidade para se especializarem ainda mais na atenção primária. O resultado disso tem sido a ampliação do acesso e da resolutividade no SUS, mais testes e diminuição das filas de espera de consultas.

Enquanto o país patina na redução dos casos da sífilis, em Floripa, a partir do momento em que a enfermagem foi treinada para o diagnóstico e tratamento da doença, o número de testes rápidos quadruplicou e todas as gestantes infectadas foram tratadas até o fim da gestação.

Os profissionais dos municípios catarinenses que estão adotando os protocolos criados na capital também estão sendo treinados para a empreitada.

Mas, assim como ocorre na medicina, a expansão desenfreada dos cursos privados de enfermagem no país, especialmente os EAD (educação à distância), tem gerado grande preocupação, ainda maior neste novo cenário.

É difícil imaginar que um enfermeiro formado à distância tenha condições necessárias para assumir responsabilidades de diagnóstico e de prescrição, por exemplo.

As entidades de enfermagem vêm se posicionando contrárias aos cursos EAD há muito tempo. Até o ano passado, os 1.202 cursos de enfermagem no país ofereciam 173.752 vagas, sendo 106.840 à distância.

Já a Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed) defende a modalidade, dizendo que o EAD democratiza a educação e aproxima a tecnologia dos profissionais.

Os enfermeiros retrucam que não é possível formar um profissional à distância porque enfermagem é uma ciência de gente para gente, ou seja, impossível falar de enfermagem sem o contato humano.

O Cofen (Conselho Federal de Enfermagem) já disse com todas as letras que há um objetivo claramente comercial de grupos privados de educação a distância em detrimento da preocupação com a qualidade dos cursos. Há propostas, inclusive, de terceirização de polos de apoio presencial.

Ao mesmo tempo, está em tramitação um projeto de lei federal que obriga que a formação para profissionais da enfermagem seja exclusivamente em cursos presenciais.

As diretrizes nacionais de educação não permitem nenhum curso de enfermagem totalmente a distância, mas, em 2018, só em Minas Gerais, haviam 2.000 vagas de cursos de nível superior nessas condições.

Em tese, os estágios supervisionados nos cursos EAD também deveriam ser sempre presenciais, de acordo com as normas vigentes. A questão que, independentemente do que está no papel, não há fiscalização.

No processo de implantação dos protocolos de enfermagem, certamente veremos outros entraves, como a resistência das entidades médicas, e o fato de que o programa Farmácia Popular não aceita a prescrição da enfermagem. Se o paciente chega com receituário de um enfermeiro, não recebe o remédio.

Mas se o país quer mesmo avançar rumo a uma atenção primária mais forte e resolutiva, a participação da enfermagem “ombro a ombro” com o médico é fundamental. Ninguém tá inventando a roda. Há revisões e mais revisões internacionais apontando nessa direção. Queiram ou não os corporativistas de plantão.

porCIPERJ

PROADI-SUS completa dez anos com mais de R$ 4,6 bilhões aplicados no Sistema Único de Saúde

fonte: Saúde Business

O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS) completa dez anos este ano. Até o momento, foram aplicados R$ 4,6 bilhões no SUS por meio de aproximadamente 550 projetos que levam inovação e contribuem com o aperfeiçoamento, fortalecimento e qualificação da saúde pública brasileira.

O Programa é uma parceria do Ministério da Saúde com cinco hospitais filantrópicos que são referência em qualidade no Brasil: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, HCor, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês. Os projetos, executados dentro de triênios, são realizados pelos hospitais para atender as necessidades do SUS em abrangência nacional.

Luiz Henrique Mandetta afirma que o Ministério da Saúde quer a ampliação dessa iniciativa. “É importante que o setor privado e o público dialoguem”, afirma. O Ministro ainda explana que em meio a um País com tantas diferenças e desafios, não existe um sistema isolado de saúde. “Não existe PROADI sem SUS. Precisamos ter o entendimento que coberturas e acessos à saúde, para serem universais como consta na Constituição, precisam da parceria público-privada”, concluí.

As iniciativas do PROADI-SUS foram estabelecidas para aprimorar e tratar de temas urgentes para a sociedade brasileira, como, por exemplo, incorporação de políticas de saúde, pesquisas e avaliação de tecnologias em saúde, assistência altamente especializada, segurança do paciente e gestão.

Henrique Neves, Diretor Geral da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, explica a origem dos recursos. “Os projetos são executados pelos cinco hospitais com recursos próprios, equivalente no mínimo ao valor da imunidade de contribuições sociais de que são imunes”.

Um dos hospitais beneficiados é o Socorrão II, em São Luís do Maranhão, que enfrentava superlotação em seu pronto-socorro, com grandes filas, pacientes nos corredores e dificuldade de internação. Fabrícia Cavalcante Rocha, Coordenadora do Núcleo de Segurança do Paciente, participou do evento para compartilhar sua experiência com o projeto Lean nas Emergências, realizado pelo Hospital Sírio Libanês. “O tempo para internação dos pacientes diminuiu em 27%; o tempo médio de permanência no hospital, que era 15 dias no ano passado, hoje tem média mensal de 8 dias. Temos ganhos de diversos indicadores, mas por trás de tudo isso, também tem um valor. O Lean foi um resgate de como atender o paciente no pronto-socorro. O projeto veio no momento que mais precisávamos, pois tínhamos tentado diminuir a lotação do pronto-socorro, mas não sabíamos exatamente como. Por meio de todas as ferramentas trazidas pela iniciativa, tivemos diversos ganhos”, finaliza.

Para Bernardete Weber, Superintendente de Responsabilidade Social do HCor, os benefícios dos projetos executados englobam o curto, médio e longo prazo. “Além de atingir resultados concretos, como diminuir taxas de infecção nas UTIs ou filas para o atendimento, o PROADI-SUS provoca uma mudança de cultura no serviço público, demonstrando que é possível atingir gradativamente a excelência por meio do conhecimento e da adoção de melhores práticas na gestão de saúde”, afirma.

Temas de atuação

O PROADI-SUS atua em projetos de diversas frentes. Vânia Bezerra, Superintendente de Responsabilidade Social do Hospital Sírio-Libanês, explica que as iniciativas de gestão aplicam metodologias específicas. “Para atender o paciente de forma ágil e qualificada, diversos processos operacionais precisam ser otimizados, o que significa também reduzir desperdícios. É com esse conhecimento que os hospitais integrantes do PROADI-SUS contribuem com os hospitais do SUS”, explana. Nesses dez anos, 111 programas de gestão foram executados, com mais de 313 mil atendimentos realizados.

Outro destaque são as iniciativas focadas em Segurança do Paciente, que impactaram 32 mil profissionais de saúde na última década. Luciano Hammes, Superintendente de Educação, Pesquisa e Responsabilidade Social do Hospital Moinhos de Vento, explica como funciona a atuação do PROADI-SUS nessa temática. “Trabalhamos para a redução de infecções hospitalares em UTIs, além da avaliação do impacto clínico e financeiro da resistência antimicrobiana no SUS. Esses dados permitem a consolidação de evidências para o direcionamento de políticas públicas em saúde, beneficiando diretamente milhões de brasileiros”.

Para Ana Paula Pinho, Superintendente de Responsabilidade Social do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, os projetos que levam inovação e tecnologia também aumentam o acesso da população à uma saúde de qualidade. “Projetos de telemedicina garantem um diagnóstico ágil na atenção primária e promovem análise de exames e regulação de casos por meio da consultoria e atuação dos hospitais membros do Programa”. Nessa área de atuação, cerca de 13 projetos foram executados nos últimos dez anos, com mais de 1 milhão de atendimentos realizados.

Sobre o PROADI-SUS

O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS) foi criado em 2009 com o propósito de apoiar e aprimorar o Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de projetos de capacitação de recursos humanos, pesquisa, avaliação e incorporação de tecnologias, gestão e assistência especializada aprovados pelo Ministério da Saúde. Hoje, o programa reúne cinco hospitais sem fins lucrativos que são referência em qualidade médico-assistencial e gestão: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, HCor, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês. O PROADI-SUS é mantido com recursos dos hospitais participantes, equivalente no mínimo ao valor da contribuição social de que são imunes. Os projetos levam à população a conhecimento dos hospitais em iniciativas que atendem necessidades do SUS. Entre os principais benefícios do PROADI-SUS, destacam-se: redução de filas de espera; qualificação de profissionais; pesquisas do interesse da saúde pública para necessidades atuais da população brasileira; gestão do cuidado apoiada por inteligência artificial e melhoria da gestão de hospitais públicos e filantrópicos em todo o Brasil. Para mais informações sobre o Programa e projetos vigentes no atual triênio, acesse o site.

porCIPERJ

Almoço de fim de ano no dia 14.12 na Barra da Tijuca

A Associação de Cirurgia Pediátrica do Estado do Rio de Janeiro realiza no dia 14 de dezembro, sábado, a partir das 13h, um almoço de final de ano para os associados da CIPERJ, que ocorrerá no Espaço Gourmet do condomínio Quintas da Península, situado na Rua dos Jacarandás da Península, 1.160, na Barra da Tijuca.

O evento é por adesão e o valor é de R$ 100 por pessoa, sendo que crianças de até seis anos não pagam e de sete a 11 anos pagam R$ 50 cada.

FAÇA SUA ADESÃO E REALIZE O PAGAMENTO ONLINE:

Após o envio dos dados do formulário, é necessário efetuar o pagamento do valor referente à (s) adesão (ões), que pode ser feito através de cartão de crédito ou transferência bancária:

  • CARTÃO DE CRÉDITO

  • TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA

Bancoob (756)

Agência: 4327

Conta-corrente: 4551-9

Associação de Cirurgia Pediátrica do Estado do Rio de Janeiro

CNPJ: 68.613.801/0001-66

CONFIRA O CARDÁPIO DE COMIDAS E BEBIDAS

Entrada: Salsichão, fraldinha, filé de frango, drumete e pão com pasta de alho.

Almoço:

  • Carnes: Maminha, alcatra, fraldinha, linguiça suína, salsichão, lombo, costelinha suína, filé de frango, drumete, coração de frango e costela gaúcha (servido self service);
  • Acompanhamentos: Arroz branco, maionese de batata com cenoura, farofa, molho a campanha, ovo de codorna e salada de alface com tomate (servido self service);
  • Sobremesa: Banana assada com açúcar, canela e sorvete de creme.

Bebidas:

  • Caipivodka e caipirinha de limão, cerveja Antárctica, Coca-Cola normal e zero, Guaraná normal e zero, Mate, Fanta Uva e Fanta Laranja, Sprite, água mineral com e sem gás e sucos.

SAIBA COMO CHEGAR

Rua dos Jacarandás da Península, 1.160, Barra da Tijuca