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Médicos farão protesto nacional em frente à ANS, no Rio de Janeiro

8ce9299ba40adf971a9222ce80bb59c3fonte: FENAM

Médicos de todo o Brasil promovem um protesto na porta da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), na Av. Augusto Severo, 84 – Glória, no dia 7 de agosto, às 11 horas. Os profissionais se reunirão a partir das 9 horas na sede do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), Praia de Botafogo (228), loja 119b, e seguirão para a ANS.

A intenção é pedir uma explicação pública sobre a Agência estar contra o Projeto de Lei 6964/2010, que prevê a existência de contratos escritos prevendo reajustes anuais entre prestadores de serviços e operadoras de planos de saúde. “Se a ANS não consegue regularizar os contratos, não pode se opor a uma lei que o faça”, afirma Florisval Meinão, presidente da Associação Paulista de Medicina.

A decisão pelo protesto foi tomada na última reunião da Comissão de Saúde Suplementar (COMSU), em Brasília no dia 23 de maio, que reuniu as três entidades nacionais – Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Federação Nacional dos Médicos (FENAM) – e suas representações estaduais, entre elas a APM.

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Aprovada emenda que cria plano de carreira para servidores da Saúde

fonte: Extra

O vereador Paulo Pinheiro (PSOL) está rindo à toa. Conseguiu aprovar, nesta quarta-feira, uma emenda ao projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que cria plano de cargos, carreiras e salários para servidores da Secretaria de Saúde.

A mesma emenda havia sido vetada, na semana passada, durante reunião da Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização Financeira. Mas, após apelar para que os parlamentares “não votassem contra a saúde”, conseguiu derrubar a rejeição anterior e a emenda foi aprovada.

“Há seis anos eu apresento a mesma emenda e há seis anos ela é vetada. É a primeira etapa de uma grande vitória. Agora falta esperar a votação da Lei Orçamentária, em novembro, para termos a concretização”, afirmou Pinheiro.

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MPRJ debate o fechamento do CTI Pediátrico do Souza Aguiar

cremerj1fonte: CREMERJ

O CREMERJ participou, nessa quinta-feira, 5,  de uma audiência com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) para debater o fechamento do CTI pediátrico do Hospital Municipal Souza Aguiar. O encontro contou também com a presença de promotores de Justiça e de representantes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da direção da unidade.
A promotora Daniela Pessoa, que convocou a reunião, avaliou a ação judicial que o CREMERJ impetrou, no ano passado, pedindo a contratação imediata de médicos para que o CTI pediátrico não fosse desativado. O juiz, que julgou o caso, por sua vez, não considerou pertinente o pedido, fazendo com que o CREMERJ entrasse com um recurso.
O presidente do Conselho, Sidnei Ferreira, explicou que a entidade vem lutando há anos pelo não fechamento do CTI pediátrico. O primeiro problema grave aconteceu, em 2008, por falta de recursos humanos. Em 2013, o CREMERJ voltou a ser procurado pelos médicos do setor, denunciando novamente o déficit de profissionais. Havia sete médicos, quando, na verdade, deveria ter 17.
De acordo com Sidnei Ferreira, na época, o CREMERJ esteve no setor várias vezes em visitas e fiscalizações, e se reuniu com o secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, pedindo uma solução para o caso.
“Entendemos que houve falta de vontade política para resolver. Nada foi feito e o CTI pediátrico acabou sendo desativado. Na CER, anexa ao Souza Aguiar, foi montado um novo CTI pediátrico, com a aparelhagem do CTI antigo, que até hoje não foi inaugurado. Enquanto isso, crianças atendidas na unidade têm aumentado seu risco de morte por não contar com a UTI”, afirmou Sidnei.
O diretor do Souza Aguiar, Yvo Perroni, relatou que a Secretaria tentou contratar novos profissionais, mas não conseguiu. A primeira tentativa foi a realização de um concurso público com salários de cerca de R$ 1.500, e, na segunda, com o salário bruto de R$ 6 mil para contratação temporária de seis meses. Para Sidnei, os motivos da ausência de procura por parte dos médicos são claros.
“Um salário de R$ 1.500 é um absurdo, e a contratação temporária não atrai os colegas. O médico almeja condições de trabalho e salários dignos, concurso público e plano de cargos, carreira e vencimentos. Na minha opinião, não houve interesse dos gestores em manter esse CTI aberto”, argumentou.
Com relação aos leitos do CTI pediátrico, que foram desativados no Souza Aguiar e transferidos para a CER, Perroni relatou que toda a aparelhagem continua sendo paga pelo Souza Aguiar, cerca de R$ 6 mil por mês, mesmo sem estar em funcionamento.
Daniela Pessoa também acredita que não houve vontade política para solucionar o caso.
“Um médico estuda anos, quer trabalhar e há profissionais no mercado, porém não houve um atrativo. Considero importante se reunir com o prefeito para saber o que de fato aconteceu e dialogar com o Ministério Público Federal para averiguar se eles estão atuando de alguma forma em relação a esse caso. Temos que tentar minimizar esse problema, pois quem sofre é a população”, ressaltou Daniela, que ficou de analisar minuciosamente a ação na promotoria para verificar o que judicialmente pode ser feito.
A reunião também contou com a participação dos diretores do CREMERJ Nelson Nahon e Gil Simões; do promotor de Justiça do Grupo de Atuação Integrada da Saúde do MPRJ, Silvio Carvalho; da subcoordenadora do Centro de Apoio Operacional (CAO)-Saúde do MPRJ, Vanessa dos Santos; das técnicas periciais do Grupo de Apoio Técnico das Promotorias (Gate) Claudia Lunardi e Gyselle Nogueira; do diretor do departamento de Especialidades Clínicas do Hospital Souza Aguiar, Roberto Lannes; e da coordenadora de Planejamento, Recrutamento e Seleção da SMS, Fátima Regina Soares.
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Cirurgiã brasileira é premiada nos Estados Unidos

fonte: Estadão

Desde o início da carreira, há quase 60 anos, a cirurgiã Angelita Habr-Gama se acostumou a quebrar paradigmas. Em uma especialidade dominada por homens, foi uma das primeiras mulheres a fazer residência na área de cirurgia na Faculdade de Medicina da USP e primeira mulher a ser aceita na pós-graduação do St. Mark’s Hospital, na Inglaterra.

Os méritos acadêmicos e inúmeros títulos conquistados não a fizeram desacelerar. No mês passado, a brasileira foi premiada nos Estados Unidos pela Sociedade Americana de Cirurgiões de Colo e Reto, ao lado de sete colegas, pela autoria do melhor estudo de 2013. O feito teve como ponto de partida uma pesquisa iniciada há mais de duas décadas, quando Angelita passou a tratar pacientes com câncer de reto sem cirurgia.

O reto é a porção final do intestino grosso e os pacientes que desenvolvem tumores nessa região tinham que, obrigatoriamente, tirar parte do órgão. Em boa parte dos casos, a cirurgia tinha como consequência a colostomia, técnica que exterioriza o intestino para que as fezes passem a ser eliminadas por meio de uma bolsa acoplada ao corpo do paciente.

“Naquela época, o paciente passava pela quimioterapia e radioterapia e, mesmo assim, independentemente do resultado, fazia a cirurgia. O que começamos a observar foi que, em alguns casos, quando tirávamos parte do colo na cirurgia e mandávamos para a biopsia, não havia sinal de tumor, ou seja, ele já havia sido eliminado pela radio e quimioterapia. Ou seja, muitos pacientes tinham passado pela cirurgia e pela colostomia sem necessidade”, diz ela.

Foi então que Angelita passou a comparar em pesquisa os resultados dos dois tipos de tratamento: com e sem cirurgia. “No começo, houve muita resistência da comunidade científica. Até hoje ainda há, porque foi uma mudança de paradigma. Não operar mais o paciente era visto como algo arriscado.” Após acompanhar mais de 600 pacientes em 23 anos, o último estágio da pesquisa mostrou que o tratamento combinado entre rádio e quimioterapia conseguiu eliminar o tumor e, consequentemente, a necessidade de cirurgia e de colostomia, em mais de 50% dos casos. “A cirurgia pode causar problemas no sistema urinário e na função sexual, então, evitá-la representa um grande ganho na qualidade de vida dos pacientes.”

Por meio desse tratamento, os pacientes ficam obrigados a passar por um acompanhamento rígido. A intenção é monitorar o organismo para identificar qualquer possível recidiva do câncer. “A técnica, que antes era vista com desconfiança, hoje é estudada em todo o mundo. Já há congressos sobre isso. Os Estados Unidos acabaram de fechar um protocolo de pesquisa da técnica que vai incluir 16 hospitais”, conta ela, que foi convidada para apresentar a pesquisa em duas das mais renomadas universidades americanas: Harvard e John Hopkins.

Perfil. O jeito calmo com que explica a técnica para quem não é médico parece ter ajudado em muitas das conquistas. Angelita diz nunca ter se abalado com os preconceitos velados por ser mulher. “Meus colegas sempre foram muito generosos, mas já ouvi muito dos pacientes que seriam operados por mim a pergunta: Cadê o doutor?”

Também não se intimidou quando sua admissão na pós-graduação do St. Mark’s Hospital, especializado em doenças intestinais, foi negada por dois anos, na década de 1960. “Era local só para homens, mas insisti tanto que me aceitaram.”

Chegou até a cometer uma pequena transgressão em nome das suas pesquisas. Em 1973, em uma viagem aos Estados Unidos, trouxe, escondido na mala, o primeiro aparelho de colonoscopia do País. O exame é a principal forma de diagnóstico de câncer de intestino. “Naquela época, era um valor bem alto. Mal sabíamos que esse aparelho seria o grande aliado na prevenção do câncer de intestino.”

Lecionou na USP até 2002 e, desde aquela época, se dedica ao consultório e às ações da Associação Brasileira de Prevenção do Câncer de Intestino, fundada por ela há dez anos. A produção científica, no entanto, só cresceu. Foram 43 artigos publicados em revistas científicas após a aposentadoria na universidade. “Engatei a marcha pesada no trabalho. É o que me faz feliz”, diz.

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Missa de sétimo dia de Dra. Isabel Cunha

A diretoria da CIPERJ comunica a seus associados que a missa de sétimo dia da Dra. Isabel Cunha será realizada neste sábado, dia 14, às 8h, no Mosteiro de São Bento, situado na Rua Dom Gerardo, 68, no Centro do Rio de Janeiro.

SAIBA COMO CHEGAR

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Em um ano, número de internações cai 7% em hospitais federais do Rio

Untitled-1fonte: O Globo

A voz baixa e a fragilidade denunciam que a idosa Cléa Ferreira dos Santos, de 74 anos, inspira cuidados. Com 35 batimentos cardíacos por minuto — o normal é de 60 a 100 —, ela aguardava, no último dia 4, na UPA de Marechal Hermes, uma vaga no Instituto Nacional de Cardiologia (INC), em Laranjeiras, em frente ao qual o fotógrafo Luiz Claudio Marigo morreu, semana passada, sem receber socorro. A espera já durava três dias. Como a vaga não veio, a filha Ana Lúcia Ferreira Macedo recorreu à Justiça. A paciente foi, então, transferida por ordem judicial para o Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro, no Humaitá, onde receberá um marca-passo. Já o pedreiro Ricardo Lima dos Santos, de 38 anos, depois de operado de um câncer no cérebro no Hospital Federal de Bonsucesso, não conseguiu atendimento pós-operatório na unidade, cuja emergência funciona num contêiner há três anos. Ricardo foi para casa e voltou a ser internado em estado grave, no Hospital Municipal Miguel Couto, onde morreu na última quarta-feira.

As duas histórias, em que pacientes dependiam de atendimento de alta complexidade oferecido na rede federal, ilustram uma realidade que já se reflete nas estatísticas. De 2012 para 2013, segundo o Datasus, o número de internações nos seis hospitais federais do Rio caiu de 43 mil para 40 mil — 7%. Só para efeito de comparação, os hospitais municipais registraram, no mesmo período, um aumento de 8,3% nas internações, de 60 mil para 65 mil. Um crescimento que incluiu até procedimentos de alta complexidade, responsabilidade da rede federal: foram 954 casos desse tipo só no ano passado. O estado também vem assumindo a mesma função. A Secretaria estadual de Saúde informa que, em 2013, recebeu 450 casos do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into). Por nota, o órgão acrescentou que “todas as unidades estaduais estão apresentando aumento significativo de demanda de pacientes, por conta do fechamento de serviços e restrição de atendimento nas emergências dos hospitais federais”.

A crise nos seis hospitais e três institutos federais sediados no Rio também tem outros sintomas, como a fila de cirurgias, que não para de crescer. Até o mês passado, ela acumulava 15 mil pacientes. O impasse deve ser decidido hoje em audiência de conciliação na 3ª Vara Federal. O defensor público federal Daniel Macedo, que move uma ação civil pública contra a União, chama a atenção para a gravidade do problema. Ele diz que alguns pacientes aguardam até dez anos por uma cirurgia:

— Imagine quantas pessoas já morreram esperando cirurgia ou que já operaram em outro hospital. Se não houver uma solução, vou pedir ao juízo o bloqueio de 30% dos valores destinados à publicidade do Ministério da Saúde. Não se deve fazer propaganda de algo que não está funcionando bem.

Em 2013, os seis hospitais federais no Rio (Bonsucesso, Andaraí, Cardoso Fontes, Lagoa, Ipanema e dos Servidores) tiveram orçamento de R$ 663 milhões e folha de pagamento de R$ 1,2 bilhão. Já os seis da prefeitura (Miguel Couto, Souza Aguiar, Pedro II, Lourenço Jorge, Salgado Filho e Ronaldo Gazolla) contaram com orçamento de R$ 298 milhões e cerca de R$ 411 milhões para pagamento de pessoal. As unidades federais, pela responsabilidade do atendimento de alta complexidade, recebem um volume de recursos bem maior. Os hospitais do estado (Adão Pereira Nunes, Albert Schweitzer, Alberto Torres, Getúlio Vargas, Rocha Faria e Azevedo Lima) tiveram gastos com custeio e investimentos de R$ 385 milhões e de R$ 577 milhões com pessoal.

Há serviços cada vez mais escassos. Há duas semanas, os ministérios públicos estadual e federal do Rio movem ação contra União, estado e município do Rio, a fim de ampliar o acesso à radioterapia. Em janeiro, havia 428 pacientes na fila desse tratamento no estado, e a lei 12.732/12 determina que o prazo máximo de espera é de 60 dias. A procuradora federal Roberta Trajano ressalta que o principal prestador desse tipo de serviço é a rede federal.

— Diante da demanda de pacientes com câncer à espera do tratamento, tivemos que entrar com a ação — explicou.

Apesar de três ordens judiciais, Myriam Barbosa de Mattos, de 59 anos, que tem câncer de mama, não consegue fazer a radioterapia. Depois de passar pela UPA da Barra, ela foi para o Hospital da Piedade, onde faz tratamento paliativo.

— Minha mãe veio para cá com insuficiência respiratória e derrame nos pulmões. Descobriram que era câncer de mama. Estou desesperada. Tomei ódio dessa palavra: “esperar”. Só falam isso. Minha mãe tem que ir para o Inca — lamentou a cozinheira Daniele Mattos, filha da paciente.

O Ministério da Saúde informou que já negocia com estado e município do Rio a gestão das filas, além da inclusão de pacientes das unidades federais na lista de regulação de vagas controlada pelos gestores locais da saúde.

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XXXII Congresso Brasileiro de Cirurgia Pediátrica ocorre em outubro e inscrições já podem ser feitas pelo site

logoO XXXII Congresso Brasileiro de Cirurgia Pediátrica será realizado entre os dias 27 e 31 de outubro, no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, capital. O evento comemorará os 50 anos de fundação da Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica (CIPE) e as inscrições já podem ser feitas pelo site. Até o dia 15 de junho (domingo), a taxa de inscrição conta com valores diferenciados: associado quite com as três últimas anuidades da CIPE paga R$ 950, sócio não quite ou médicos não associados pagam R$ 1.650; para residente cadastrados na CIPE o valor é de R$ 500 e membros de ligas acadêmicas de Cirurgia Pediátrica são isentos.

VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Mais informações no site do congresso.

 

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Moção de repúdio a atitude da direção do Hospital Geral de Bonsucesso

fonte: SinMed-RJ

As entidades abaixo relacionadas manifestam-se de forma contundente contra a intervenção da direção do Hospital Federal de Bonsucesso na programação elaborada pelo Serviço Social em comemoração ao Dia dos Assistentes Sociais a ser realizada no dia 03/06/2014.

A direção vetou a participação do presidente do Sindicato dos Médicos na mesa do evento alegando que o mesmo é oposição à Direção e ao Governo Federal, bem como é uma das entidades que lidera, neste momento, a greve dos trabalhadores da saúde. Este fato se constitui em uma forma autoritária de ingerência na autonomia do Serviço Social da instituição, bem como na censura ao debate democrático que deve ser o princípio norteador das ações, características e estratégias que permeiam as instituições públicas.

O respeito ao pluralismo é fundamental para o debate a ser desenvolvido em todos os espaços de discussão com relação aos temas importantes que contribuem para o desvelamento das contradições, possibilidades e desafios prementes que envolvem a relação entre Estado e Sociedade Civil, a garantia dos direitos sociais inscritos na Constituição Federal, o processo de atuação ética, democrática que permeiam as profissões na atual conjuntura.

Considera-se este veto uma violação da liberdade de expressão, organização e ao Estado democrático de direito, bem como um grave ataque ao Serviço Social do Hospital, uma séria ameaça à sua autonomia, e ao Sindicato dos Médicos e demais trabalhadores da saúde.

Rio de Janeiro, 03 de junho de 2014.

• Conselho Federal de Serviço Social (CFESS)
• Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (DENEM)
• Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social (ENESSO)
• Federação Nacional dos Médicos (FENAM)
• Frente Nacional contra a Privatização da Saúde
• Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social – Região Leste (ABEPSS- Leste)
• Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas/RJ)
• Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ)
• Conselho Regional de Serviço Social do Rio de Janeiro (CRESS/RJ – 7ª Região)
• Fórum de Políticas Públicas de Duque de Caxias
• Fórum de Políticas Públicas de Niterói
• Fórum de Saúde do Rio de Janeiro
• Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (SINMED/RJ)
• Sindicato dos Trabalhadores da Saúde, Trabalho e Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (SINDSPREV/RJ)
• Partido Comunista Brasileiro (PCB)
• Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU)
• Setorial de Saúde do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)